Crônica

A estranha origem da palavra “cofre” É na história da Demanda do Santo Graal, com a morte do Rei Bandemaguz, que se encontra a etimologia da palavra “cofre” parecendo lenda como o próprio Santa Graal, segundo é contada no Romance de Erec e em outras obras fantásticas desse passado remoto. Na antiga versão em português, uma passagem da história da morte de Bandemaguz, foi escrita assim: um personagem do fato, querendo enterrar o morto, fala: “Pois assy he disse gualuã eu hirey busquar preto ou longe huu “soterre”(contração de “se enterre”) e roguouos que fiquedes co ell polhe fazer compãnha ata que uenha eelle..........”. O texto acima está escrito dessa forma e é o legítimo português da época. O encarregado de reescrever o texto fez uma troca na palavra “soterre”, que já era contração de “se enterre”, e colocou um “c” no lugar do “s” e um “f” no lugar do “t”. E escreveu “coferre”, no significado de lugar para enterrar o morto. No desenrolar da formação do português até nossos dias, a palavra “coferre” perdeu o “e” de “fe” e virou “cofre”, que, como lugar para enterrar, tomou o sentido de lugar para guardar objetos, coisas e valores, sacramentando o uso da palavra “cofre”, como nós conhecemos hoje. Pelo menos é o que afirma o Site “Trapalhadas Tipográficas”. Trapalhadas tipográficas, no jargão dos escritores, são chamadas de “gralhas” que costumam ser pé no saco de quem escreve. A versão acima descrita é abonada pelo filólogo José Pedro Machado em seu Dicionário Etimológico e não desmentida até agora. Se a lenda do Santo Graal já é estranha por si mesmo, em sua característica de história fantástica, das mil e uma noites, ainda deu como resultado essa aparentemente fantasia etimológica da origem da palavra “cofre”. Apesar da origem, hoje não diremos que o “de cujos” foi colocado no “cofre” número “x” do cemitério “Caminho do Céu”. Mas, estaremos corretos, se se disser que Maluf tem no “cofre”, bem enterrados, os milhões de dólares que vivamente conseguiu, com o milagre da multiplicação dos salários de Prefeito de São Paulo. Bem que a justiça, numa metáfora jurídica, poderia colocar Maluf no “cofre’, substituindo a palavra “cela”, de uma prisão, tirando-o do grande “cofre” onde ele guarda sua imunidade, ou seja, o Congresso Nacional. Assim como não custa fuçar nas escritas e histórias antigas, também não custa sonhar com a moralidade do país, usando novos conceitos lingüísticos e etimológicos.
Escrito por Virgolino às 12h30
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Cordel

Cordel publicado no campo de comentários do Blog do Noblat e reproduzido no Portal do Partido Popular Socialista-PPSLulla x Fernando Collor- novos companheiros Portal PPS
Por: José Virgolino de Alencar - publicado no Blog do nolbat
De Lulla pra Fernando Collor: “Meu companheiro de cocho, Calma, não seja gabola, Nem faça também muxoxo, Tal como você, eu sou Macho com aquilo roxo”.
Responde Collor de Melo: “Eu também ‘que nem’ você Sou um cabra muito macho E posso então lhe dizer Que meu cacho collorido Está às ordens do PT”.
Retruca o presidente: O que você aprontou Não foi nada mais do que Todo mundo adotou, Foi hipócrita o partido Que a você denunciou”.
Fernando Collor agradece: “Só você, grande Luís, Entende minha postura E aquilo que eu fiz, Por isso eu lhe apoio, Apoio que me faz feliz”
Já Lulla emocionado Recebe Collor no colo, Chama-o de companheiro, Cantam em dueto um solo, Achincalhando o Brasil, Lulla diz: “deixa qu’eu enrolo”.
Escrito por Virgolino às 12h22
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